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Good, buddhist-new age philosophy. If you're looking for a self-improvement pick me up, this is not a bad choice. However it does not, at all, live up to it's title which was clearly coined by money-grubbing publishers. With application of Tolle's principles we would inevitably wake up to our life's purpose and create a new earth, but that isn't actually covered in the book whatsoever. Has some good tips for shedding egoistic mindsets.

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Desde que li a opinião da Canochinha a respeito desde livro, que o quis ler. Depois fui lendo mais opiniões positivas no fórum Estante de Livros. E decidi-me que tinha que fazer parte das minhas leituras. O que faltavam então? Comprar o livro. Decidi-me então encomendar alguns livros que tinha saída com a Revista Sábado, em que "Os Apanhadores de Conchas" teria que estar incluído. Um ponto negativo, prende-se com a edição do livro e não com a história em si. A fraca (ou inexistente) revisão. Ele foi erros ortográficos, foi caracteres (como por exemplo o ? )no meio das palavras, falta de parágrafos, etc. Sei que podem estar a dizer, por 1€ o que é que estavas à espera? Eu sei que o livro é barato, mas mesmo assim é algo que no "rouba" um pouco do prazer que tiramos da leitura. O tamanho da letra também deixa algo a desejar, pois é relativamente pequena… afinal de contas, eu sou míope e leio depois de jantar, gosto de letras grandes =D Quanto à história em si... É um livro sobre Penélope e sobre quem com ela se cruza, no passado e no presente. Penélope é filha de um pintor e foi educada de forma menos convencional para a época, e a qual a faz ver a vida de forma diferente das outras pessoas, mais simples e humana. O próprio nome do livro - Os Apanhadores de Conchas - é o nome do quadro que o pai ofereceu à Penélope como prenda de casamento, e pelo o qual, esta tem uma estima enorme pelo mesmo e sobre o qual existe alguma cobiça por dois dos seus três filhos. Cada capitulo tem o nome de pessoas diferentes, mas com um elo de ligação comum - Penélope - e em cada um descobrimos mais sobre o seu passado, mas também sobre o presente. Apesar destes saltos no tempo, não achei a leitura confusa, mas sim que tornava a leitura mais agradável. Basicamente é uma história de vida, que nos transmite a mensagem de o que é verdadeiramente importante são os nossos sentimentos e não os bens materiais.